SOBRE O PEDIDO DE DESCULPA DO TALES AO MATHEUS FUGITA
O Tales, recentemente, postou na sua comunidade um pedido de desculpas por todas as atitudes infantis, carnais e orgulhosas que ele manifestou nessa saga de embate teológico contra o Fugita. Quem acompanhou um pouco viu que ele -além de tudo que já se sabe que ele faz, de acordo com seu histórico- apelidou o Fugita de "bicha", debochou dos problemas de saúde dele, e tantas outras coisas lamentáveis. Tudo isso como cortina de fumaça para esconder a derrota no campo do debate que ele estava passando.
Até os seguidores do Tales estavam percebendo o desespero dele e a conduta reprovável.
Enfim, o Tales pediu desculpas por isso. E quando vi, a primeira coisa que senti foi alegria. Mas em questão de segundos o meu coração mau considerou que ele estivesse fazendo isso por conveniência, gestão de crise ou por medo de tomar processo do Fugita.
E isso é o centro do que eu quero tratar aqui. Eu sei que você, que está do lado protestante dessa "guerra" pensou a mesma coisa. É quase que inevitável.
Mas é aqui que eu quero chamar a sua atenção: Presuma a boa intenção do outro, seja quem for. Não julgue a intenção do coração. Porque você não vê.
Considerar a boa intenção do outro foi uma lição que eu aprendi com uma pessoa extremamente piedosa e temente a Deus. E adivinha?! Essa pessoa era católica.
O que eu peço a vocês, é que não julguem nada antes da hora "Portanto, não julguem nada antes do tempo" ( 1 Coríntios 4:5).
Presumam a boa intenção do próximo, e não façam juízos temerários.
Alegrem-se com a possibilidade de ser um arrependimento sincero.
Dê lugar à esperança de que até mesmo pessoas dessa apologética católica, que enchem a boca de palavrão a cada 2 min de fala, xingam e desejam a morte de seus adversários podem se arrepender e pode haver uma mudança genuína de postura e de espírito.
Deixem o julgamento sujeito ao tempo e segundo a reta justiça.
Se o "arrependimento" for político, o tempo dirá.
Se o "arrependimento" for artificial, o tempo dirá.
Só o tempo dirá.
Fiquem calados e observem se ele vai continuar chamando os outros de demônio, fazendo thumbs jocosas e desrespeitosas, falando palavrão, desejando "ver bala na cabeça das pessoas", zoando características físicas, etc. Aí sim, dado o tempo e os fatos, vocês poderão tirar alguma conclusão. Por ora, presumam a boa intenção do próximo.
Não deixem de orar por cada um dos nossos "adversários". Nossa luta não é contra a carne e sangue, nem devemos fazer dos nossos adversários de pensamentos nossos inimigos pessoais. Orem pelo Tales, orem por todos que estão do outro lado.
Orem por vocês mesmos, para que não odeiem.
E, eu espero que os amigos do Tales, esses outros da apologética católica, aprendam com a postura dele e parem de agir com conduta semelhante.
Espero que, na Live de sábado - a qual fui desafiado a subir para debater 2x1 sem formalidade de debate- do Friske e do Conde, eu não seja hostilizado, xingado, e faltado com respeito por eles. Do que depender de mim, embora contundente, não abaixarei o nível, nem tratarei a ninguém com desrespeito.
Espero que haja reciprocidade da parte deles.
Vamos abaixar a guarda, e tratar a apologética como algo integral à piedade. É assim que deve ser. Todos nós somos pecadores, e eu sou o pior. Precisamos nos arrepender a cada dia e fazermos uma análise introspectiva todos os dias. Porque o ambiente apologético é toxico, virulento e agressivo. Porque nós somos maus. Essa é a mensagem do Evangelho que precede a boa nova da graça. Vigiemos, oremos e sigamos firme.
Tales, se você tiver lido tudo, eu faço questão de sinalizar o meu desejo de paz a você. Qualquer divergências que tivermos, que resolvamos no campo das ideias.
Paz. Cristo seja louvado e glorificado.
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@walbertfreitas