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Hugo Santarem Rodrigues
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Acredito ter descoberto que o Bumba Meu Boi, Maracatu, Cavalo-Marinho e outras manifestações que chamamos de símbolos de "brasilidade" podem ter raízes orientais e indo-lusitanas. E isso muda totalmente o enquadramento historiográfico das nossas matrizes culturais.

Tenho guardado essas imagens e minhas descobertas há anos. Decidi divulgá-las apenas quando tivesse uma pesquisa robusta para respaldar minha tese, pois sabia que enfrentaria ceticismo.

Por séculos, o Império Português construiu uma rede marítima que uniu culturas separadas por continentes, e o Brasil foi resultado direto dessas conexões. Uma história rica e complexa, que foi reduzida e amplamente esquecida. 

Mas minha tese não surgiu do vácuo. Há mais de uma década busquei respostas para uma pergunta: qual a origem das culturas populares do Brasil? Inspirado por pesquisadores como Pierre Verger, decidi usar a imagem documental como instrumento de pesquisa. Não era somente pela estética, era pela "verdade".

Esgotadas as bibliografias tradicionais, transformei a busca etnográfica em autoetnográfica. Rastrear minha ancestralidade e a raiz das nossas manifestações me levou à África (no projeto "Interior").

A pesquisa apontou para um novo caminho, o Oriente, com uma nova pergunta que foi norteadora: Se a Índia era o grande objetivo de Portugal ao chegar no Brasil, por que o Oriente não tem o devido peso na nossa historiografia?

A partir daí, um novelo se desenrolou. Em uma investigação independente, entrevistei pesquisadores ao redor do mundo. Assim como fui a Pernambuco entrevistar o Cambinda Brasileira, o Cavalo Marinho Estrela de Ouro, o Boi do Seu Teodoro em Brasília, e tantos outros.

A formação da nossa cultura só poderia ser entendida pelas lentes das migrações e colonização. O que resultou nas descobertas de "Indo-Brasilidade" e o "Mito da Imigração". Somadas a minha pesquisa anterior de Pureza.

Hoje, aprofundo minhas teorias no Mestrado da Universidade de Lisboa e transformo essa jornada de anos em uma série documental com parceria do grande artista visual e músico Vito Quintans.
🎬 A 1ª parte, com as provas documentais do sistema de recolonização estão na minha bio.
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Acredito ter descoberto que o Bumba Meu Boi, Maracatu, Cavalo-Marinho e outras manifestações que chamamos de símbolos de "brasilidade" podem ter raízes orientais e indo-lusitanas. E isso muda totalmente o enquadramento historiográfico das nossas matrizes culturais. Tenho guardado essas imagens e minhas descobertas há anos. Decidi divulgá-las apenas quando tivesse uma pesquisa robusta para respaldar minha tese, pois sabia que enfrentaria ceticismo. Por séculos, o Império Português construiu uma rede marítima que uniu culturas separadas por continentes, e o Brasil foi resultado direto dessas conexões. Uma história rica e complexa, que foi reduzida e amplamente esquecida. Mas minha tese não surgiu do vácuo. Há mais de uma década busquei respostas para uma pergunta: qual a origem das culturas populares do Brasil? Inspirado por pesquisadores como Pierre Verger, decidi usar a imagem documental como instrumento de pesquisa. Não era somente pela estética, era pela "verdade". Esgotadas as bibliografias tradicionais, transformei a busca etnográfica em autoetnográfica. Rastrear minha ancestralidade e a raiz das nossas manifestações me levou à África (no projeto "Interior"). A pesquisa apontou para um novo caminho, o Oriente, com uma nova pergunta que foi norteadora: Se a Índia era o grande objetivo de Portugal ao chegar no Brasil, por que o Oriente não tem o devido peso na nossa historiografia? A partir daí, um novelo se desenrolou. Em uma investigação independente, entrevistei pesquisadores ao redor do mundo. Assim como fui a Pernambuco entrevistar o Cambinda Brasileira, o Cavalo Marinho Estrela de Ouro, o Boi do Seu Teodoro em Brasília, e tantos outros. A formação da nossa cultura só poderia ser entendida pelas lentes das migrações e colonização. O que resultou nas descobertas de "Indo-Brasilidade" e o "Mito da Imigração". Somadas a minha pesquisa anterior de Pureza. Hoje, aprofundo minhas teorias no Mestrado da Universidade de Lisboa e transformo essa jornada de anos em uma série documental com parceria do grande artista visual e músico Vito Quintans. 🎬 A 1ª parte, com as provas documentais do sistema de recolonização estão na minha bio.

IMIGRANTE OU COLONIZADOR? Por décadas fomos ensinados a chamar de "imigração" o processo autoritário de colonialismo de povoamento ocorrido no Brasil. Mas documentos comprovam outra história.

Na minha investigação, transformada em documentário, apresento provas materiais de que o Brasil operou um projeto de colonialismo de povoamento nos moldes da Conferência de Berlim (1884). Enquanto potências dividiam a África e ocupavam a Ásia, durante o Novo Imperialismo, o Brasil emulou as mesmas leis e práticas em parceria com essas potências internacionais e colonizadores estrangeiros.

Renomear “colonização” para “imigração” foi um apagamento histórico com custo alto: Manteve o Brasil estagnado em uma estrutura colonialista, enquanto o mundo caminhava para uma agenda de descolonização no pós-guerra (1945).

Minha tese realinha o Brasil com a literatura internacional consagrada como “Settler Colonialism”, de Patrick Wolfe, e “Colonialismo Interno”, de González Casanova.

Isso aproxima o Brasil das agendas internacionais de descolonização.

A identificação da arquitetura que nomeei como “Mito da Imigração” só foi possível devido a anos de pesquisas complementares, como a pesquisa sobre trabalho escravo contemporâneo (que resultou no longa-metragem Pureza), no meu projeto Interior (no qual pesquisei as origens das culturas brasileiras a partir da perspectiva da minha reconexão ancestral) e em Indo-Brasilidade (projeto a ser publicado que está diretamente conectado ao Mito da Imigração).

Inscreva-se no link da bio para receber a notificação do lançamento do documentário ou escreva VERDADE para que eu envie o link.

O documentário é a versão de divulgação da minha tese-manifesto “O MITO DA IMIGRAÇÃO: COLONIZAÇÃO DE POVOAMENTO NO BRASIL REPUBLICANO E A GRAMÁTICA JUSTIFICADORA DA RECOLONIZAÇÃO BRASILEIRA.” publicada em https://doi.org/10.5281/zenodo.17501463
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IMIGRANTE OU COLONIZADOR? Por décadas fomos ensinados a chamar de "imigração" o processo autoritário de colonialismo de povoamento ocorrido no Brasil. Mas documentos comprovam outra história. Na minha investigação, transformada em documentário, apresento provas materiais de que o Brasil operou um projeto de colonialismo de povoamento nos moldes da Conferência de Berlim (1884). Enquanto potências dividiam a África e ocupavam a Ásia, durante o Novo Imperialismo, o Brasil emulou as mesmas leis e práticas em parceria com essas potências internacionais e colonizadores estrangeiros. Renomear “colonização” para “imigração” foi um apagamento histórico com custo alto: Manteve o Brasil estagnado em uma estrutura colonialista, enquanto o mundo caminhava para uma agenda de descolonização no pós-guerra (1945). Minha tese realinha o Brasil com a literatura internacional consagrada como “Settler Colonialism”, de Patrick Wolfe, e “Colonialismo Interno”, de González Casanova. Isso aproxima o Brasil das agendas internacionais de descolonização. A identificação da arquitetura que nomeei como “Mito da Imigração” só foi possível devido a anos de pesquisas complementares, como a pesquisa sobre trabalho escravo contemporâneo (que resultou no longa-metragem Pureza), no meu projeto Interior (no qual pesquisei as origens das culturas brasileiras a partir da perspectiva da minha reconexão ancestral) e em Indo-Brasilidade (projeto a ser publicado que está diretamente conectado ao Mito da Imigração). Inscreva-se no link da bio para receber a notificação do lançamento do documentário ou escreva VERDADE para que eu envie o link. O documentário é a versão de divulgação da minha tese-manifesto “O MITO DA IMIGRAÇÃO: COLONIZAÇÃO DE POVOAMENTO NO BRASIL REPUBLICANO E A GRAMÁTICA JUSTIFICADORA DA RECOLONIZAÇÃO BRASILEIRA.” publicada em https://doi.org/10.5281/zenodo.17501463

Um misto de orgulho e tristeza ao ver que @purezaofilme , um projeto que escrevi há quase 19 anos, mudou tantas vidas e trouxe ao conhecimento da maioria dos brasileiros a história dessa mulher tão importante.

Tristeza de ver que o pensamento colonizador que ela enfrentou se encontra em todas esferas do nosso país.

Mas quem realmente carrega a luta não desiste, como Pureza não desistiu. Seguimos lutando por um país melhor.
@purezaofilme 
@leosakamoto 
@dirapaes
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Um misto de orgulho e tristeza ao ver que @purezaofilme , um projeto que escrevi há quase 19 anos, mudou tantas vidas e trouxe ao conhecimento da maioria dos brasileiros a história dessa mulher tão importante. Tristeza de ver que o pensamento colonizador que ela enfrentou se encontra em todas esferas do nosso país. Mas quem realmente carrega a luta não desiste, como Pureza não desistiu. Seguimos lutando por um país melhor. @purezaofilme @leosakamoto @dirapaes

Estou muito feliz de começar essa nova jornada como pesquisador mestrando na Universidade de Lisboa @ulisboa e que minha investigação já tem sido tão bem recebida. Tive a oportunidade de conversar com @jam290573 para o jornal @diariodenoticias.pt sobre uma descoberta que pode mudar a maneira como a história social do Brasil tem sido interpretada.
O que a história não contada do Carnaval no Brasil e de nossas culturas populares podem nos ensinar?
Como o apagamento sistemático da nossa história tem sido instrumentalizado?
Em breve postarei mais sobre "Indo-brasilidade" e minhas descobertas de uma investigação independente que tem atravessado anos e décadas.
Quem me conhece sabe que foi minha pesquisa sobre trabalho escravo contemporâneo, de 2004-2006, que deu origem ao longa @purezaofilme .
E que tenho aprofundado minha busca pelas origens culturais brasileiras e minha ancestralidade com o projeto "Interior", que me fez viajar à África diversas vezes.
Foram essas pesquisas conectadas que me levaram às descobertas que nomeei de "Indo-brasilidade" e "Mito da Imigração".
Como @jam290573 é português, mora no Brasil, e suas filhas estudam no Brasil, ele teve grande sensibilidade em perceber as nuances da pesquisa, obrigado pela entrevista João.
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Estou muito feliz de começar essa nova jornada como pesquisador mestrando na Universidade de Lisboa @ulisboa e que minha investigação já tem sido tão bem recebida. Tive a oportunidade de conversar com @jam290573 para o jornal @diariodenoticias.pt sobre uma descoberta que pode mudar a maneira como a história social do Brasil tem sido interpretada. O que a história não contada do Carnaval no Brasil e de nossas culturas populares podem nos ensinar? Como o apagamento sistemático da nossa história tem sido instrumentalizado? Em breve postarei mais sobre "Indo-brasilidade" e minhas descobertas de uma investigação independente que tem atravessado anos e décadas. Quem me conhece sabe que foi minha pesquisa sobre trabalho escravo contemporâneo, de 2004-2006, que deu origem ao longa @purezaofilme . E que tenho aprofundado minha busca pelas origens culturais brasileiras e minha ancestralidade com o projeto "Interior", que me fez viajar à África diversas vezes. Foram essas pesquisas conectadas que me levaram às descobertas que nomeei de "Indo-brasilidade" e "Mito da Imigração". Como @jam290573 é português, mora no Brasil, e suas filhas estudam no Brasil, ele teve grande sensibilidade em perceber as nuances da pesquisa, obrigado pela entrevista João.

O documentário e a conceitualização já estão disponíveis  no link da minha bio.

Documentário realizado por:

Hugo Santarem - 

Pesquisa e tese

Roteiro

Direção

Fotografia

Locução e apresentação

Edição adicional

 

Vito Quintans @vitoquintans - 

Edição

Animação

Trilha Sonora Original

Sound Design

Pesquisa adicional de imagem
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O documentário e a conceitualização já estão disponíveis no link da minha bio. Documentário realizado por: Hugo Santarem - Pesquisa e tese Roteiro Direção Fotografia Locução e apresentação Edição adicional Vito Quintans @vitoquintans - Edição Animação Trilha Sonora Original Sound Design Pesquisa adicional de imagem

O que chamamos de Grande Imigração no Brasil foi também um processo de colonização. Assista ao documentário com a pesquisa completa e compartilhe a verdade. 

Documentário realizado por:
 
Hugo Santarem:
Pesquisa e tese
Roteiro
Direção
Fotografia
Locução e apresentação
Edição adicional
 
Vito Quintans:
Edição
Animação
Trilha Sonora Original
Sound Design
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O que chamamos de Grande Imigração no Brasil foi também um processo de colonização. Assista ao documentário com a pesquisa completa e compartilhe a verdade. Documentário realizado por:   Hugo Santarem: Pesquisa e tese Roteiro Direção Fotografia Locução e apresentação Edição adicional   Vito Quintans: Edição Animação Trilha Sonora Original Sound Design Pesquisa adicional de imagem

Cabo Verde, 2023.

Nilton e Ka Borges, no Porto da Palmeira.

Cabo Verde, 2023. Nilton e Ka Borges, no Porto da Palmeira.

Saudade dessa Bahia que não conheci.

Em 2022 eu filmei essa série de filmes com alguns livros que são importantes para mim e até hoje não consegui posta-los devidamente. Sempre sem tempo, ou viajando, ou não dando a atenção devida às redes sociais.

Aí vão algumas imagens de um Brasil que talvez nem exista mais, mas que dá saudade mesmo assim.

#salvador #bahia #salvadordabahia🇧🇷 #pierreverger
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Saudade dessa Bahia que não conheci. Em 2022 eu filmei essa série de filmes com alguns livros que são importantes para mim e até hoje não consegui posta-los devidamente. Sempre sem tempo, ou viajando, ou não dando a atenção devida às redes sociais. Aí vão algumas imagens de um Brasil que talvez nem exista mais, mas que dá saudade mesmo assim. #salvador #bahia #salvadordabahia🇧🇷 #pierreverger

Páscoa em Lalibela, Etiópia.
Igreja Bete Maryam.

Abril de 2023.

#lalibela #etiopia #ethiopia #betemaryam #pascoa
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Páscoa em Lalibela, Etiópia. Igreja Bete Maryam. Abril de 2023. #lalibela #etiopia #ethiopia #betemaryam #pascoa

Ouvir e tomar "cafezinho" na África tem um sabor especial.

Essa é a Fofa, em Cabo Verde.
Fevereiro de 2023.

#caboverde #ilhadosal #cafezinho #forafricans
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Ouvir e tomar "cafezinho" na África tem um sabor especial. Essa é a Fofa, em Cabo Verde. Fevereiro de 2023. #caboverde #ilhadosal #cafezinho #forafricans

Tradicional arte litúrgica da Etiópia, com raízes no século IV. 

#artesacra #africa #etiopia #ethiopia
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Tradicional arte litúrgica da Etiópia, com raízes no século IV. #artesacra #africa #etiopia #ethiopia

Nesse Natal compartilhe o Jesus Etíope. 

Você sabia que o cristianismo começou a ser pregado na Etiópia desde tempos biblicos e a que Igreja Etíope foi estabelecida por volta do século IV, sendo um dos primeiros reinos cristãos do mundo?

Se você acha que conhece alguém que gostaria de ver isso, encaminhe a imagem do Menino Jesus africano e tenha um feliz Natal. 

(Essa foto faz parte da minha segunda viagem à Etiópia para pesquisa do meu projeto e futuro livro.)

#etiopia #ethiopia #lalibela #forafricans #african #jesus #natal #biblia #bible
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Nesse Natal compartilhe o Jesus Etíope. Você sabia que o cristianismo começou a ser pregado na Etiópia desde tempos biblicos e a que Igreja Etíope foi estabelecida por volta do século IV, sendo um dos primeiros reinos cristãos do mundo? Se você acha que conhece alguém que gostaria de ver isso, encaminhe a imagem do Menino Jesus africano e tenha um feliz Natal. (Essa foto faz parte da minha segunda viagem à Etiópia para pesquisa do meu projeto e futuro livro.) #etiopia #ethiopia #lalibela #forafricans #african #jesus #natal #biblia #bible

Cabo Verde.
17 de Fevereiro de 2023.

Ramiro vende lanches no Porto da Palmeira.

#caboverde #ilhadosal #forafricans #capeverde
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Cabo Verde. 17 de Fevereiro de 2023. Ramiro vende lanches no Porto da Palmeira. #caboverde #ilhadosal #forafricans #capeverde

"Estude o passado se você quiser definir o futuro". Confúcio.

#stevemccurry #fujifilmxt4 #fujifilmxh2s #sonya7riv #canonr5
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"Estude o passado se você quiser definir o futuro". Confúcio. #stevemccurry #fujifilmxt4 #fujifilmxh2s #sonya7riv #canonr5

Paulo Cruz e suas manhãs em Cabo Verde.

#caboverde #forafricans #ilhadosal #capeverde
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Paulo Cruz e suas manhãs em Cabo Verde. #caboverde #forafricans #ilhadosal #capeverde

Pescador em Porto da Palmeira, Sal, Cabo Verde.

17 De Fevereiro de 2023.

Tem um mar que nos separa, e é esse mesmo mar que nos unia.

#caboverde #forafricans
#ilhadosal
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Pescador em Porto da Palmeira, Sal, Cabo Verde. 17 De Fevereiro de 2023. Tem um mar que nos separa, e é esse mesmo mar que nos unia. #caboverde #forafricans #ilhadosal

O bom do Egito é que não é tão Cairo quanto parece.

Foto em:
25 de Março de 2023.

Inaugurando meu perfil pessoal com raras imagens de mim mesmo 🤪 fotografado raramente pela @pammlacerda ❤️ em um Samsung 2020 para combinar com as pirâmides.
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O bom do Egito é que não é tão Cairo quanto parece. Foto em: 25 de Março de 2023. Inaugurando meu perfil pessoal com raras imagens de mim mesmo 🤪 fotografado raramente pela @pammlacerda ❤️ em um Samsung 2020 para combinar com as pirâmides.

O Brasil adora usar "referências" gringas até quando o assunto é "decolonizar". Esse livro lindão me mostra como a fotografia contemporânea brasileira quer ficar cada vez mais alinhada com o estadunidense e o anglo-saxão. A curadoria do livro é incrível, mas artistas, não deixemos nossa brasilidade e nossa história singular de lado. 🇧🇷

#decolonial #decolonize #decolonialidade #descolonização #descolonizar #fotografiacontemporanea
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O Brasil adora usar "referências" gringas até quando o assunto é "decolonizar". Esse livro lindão me mostra como a fotografia contemporânea brasileira quer ficar cada vez mais alinhada com o estadunidense e o anglo-saxão. A curadoria do livro é incrível, mas artistas, não deixemos nossa brasilidade e nossa história singular de lado. 🇧🇷 #decolonial #decolonize #decolonialidade #descolonização #descolonizar #fotografiacontemporanea

Fotografia não foi feita só para ficar na tela. Essa é uma impressão fine art de alta qualidade. Imprimir é dar uma nova vida à fotografia.

Tratamento por @moreiraestudio

Impressão @estudio_kellypolato

 #fineartphotography #fineart #forafricans #everydayafricanfashion #omovalley #ethiopia #etiopia #etiopia🇪🇹
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Fotografia não foi feita só para ficar na tela. Essa é uma impressão fine art de alta qualidade. Imprimir é dar uma nova vida à fotografia. Tratamento por @moreiraestudio Impressão @estudio_kellypolato #fineartphotography #fineart #forafricans #everydayafricanfashion #omovalley #ethiopia #etiopia #etiopia🇪🇹

Empatia em forma de retrato. 🙏🏽

Se combina contigo vamos conversar. 😁
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Empatia em forma de retrato. 🙏🏽 Se combina contigo vamos conversar. 😁

A câmera e as fotos. Espere para ver.

Na composição os livros THE NEW BLACK VANGUARD e AFRICA STATE OF MIND.

Ensaio com a galera foda do @barbeirodafavela1. Quem não estiver marcado me envie uma mensagem.

#fujifilm #gfx #cabeloafro #portraits #contemporary #iso1200magazine #thenewblackvanguard #africastateofmind #forafricans
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A câmera e as fotos. Espere para ver. Na composição os livros THE NEW BLACK VANGUARD e AFRICA STATE OF MIND. Ensaio com a galera foda do @barbeirodafavela1. Quem não estiver marcado me envie uma mensagem. #fujifilm #gfx #cabeloafro #portraits #contemporary #iso1200magazine #thenewblackvanguard #africastateofmind #forafricans

Essa é uma caixa secular para Bíblia Ortodoxa Etíope que comprei em um antiquário na Etiópia. Isso me faz lembrar que nada substitui o tato, o físico. 

Se tiver interesse em prints e fine art, entre em contato pelo direct. 

#etiopia #forafricans #ethiopia #kenya #quenia #africa #fineartphotography #contemporaryart
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Essa é uma caixa secular para Bíblia Ortodoxa Etíope que comprei em um antiquário na Etiópia. Isso me faz lembrar que nada substitui o tato, o físico. Se tiver interesse em prints e fine art, entre em contato pelo direct. #etiopia #forafricans #ethiopia #kenya #quenia #africa #fineartphotography #contemporaryart

DxO acaba de lançar a nova versão do seu software usando uma das minhas imagens autorais do Samsara e também outras séries minhas, como de Cuba. É uma felicidade contribuir com um dos melhores softwares de edição de imagem do mundo e ter a confiança de uma grande comunidade de fotógrafos. 
Na foto @vhamamoto parte da série Samsara e a cubana @odettepacho que tive a felicidade de conhecer em Havana.

#dxo #dxophotolab #samsara
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DxO acaba de lançar a nova versão do seu software usando uma das minhas imagens autorais do Samsara e também outras séries minhas, como de Cuba. É uma felicidade contribuir com um dos melhores softwares de edição de imagem do mundo e ter a confiança de uma grande comunidade de fotógrafos. Na foto @vhamamoto parte da série Samsara e a cubana @odettepacho que tive a felicidade de conhecer em Havana. #dxo #dxophotolab #samsara

Encontrei o Manoel enquanto eu andava pela Ilha do Sal para conhecer melhor toda a região. Quase não o reconheci com o macacão. Ele é um dos Guardiões do Mar que eu havia conhecido no @projectbiodiversity .
Junto com ele estavam vários outros voluntários, pescadores que sobrevivem do mar e por isso mesmo procuram uma forma sustentável de preservar a natureza e seu sustento.

#caboverde #forafricans #voluntariado #capeverde #caboverdiano #capeverdian

Encontrei o Manoel enquanto eu andava pela Ilha do Sal para conhecer melhor toda a região. Quase não o reconheci com o macacão. Ele é um dos Guardiões do Mar que eu havia conhecido no @projectbiodiversity . Junto com ele estavam vários outros voluntários, pescadores que sobrevivem do mar e por isso mesmo procuram uma forma sustentável de preservar a natureza e seu sustento. #caboverde #forafricans #voluntariado #capeverde #caboverdiano #capeverdian