teatro do absurdo
Forma teatral e artística de cunho existencialista, caracterizada pela desintegração da linguagem e da comunicação entre as personagens e pela desvalorização da intriga. A eclosão deste tipo de drama, entedido como uma das formas de antiteatro, deu-se na década de 1950 com autores como Samuel Beckett, Jean Tardieu, Eugène Ionesco, Arthur Adamov, Harold Pinter ou Harold Albee, que recorreram a estruturas não lineares, situações repetitivas, diálogos ilógicos ou circulares e personagens frequentemente colocadas em contextos estáticos ou absurdos para exprimir uma visão da existência humana como desprovida de sentido ou finalidade.
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Harold PinterDramaturgo inglês, de ascendência luso-judaica por parte do pai (n. 10-10-1930, Londres - m. 24-12-2...
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Arthur AdamovDramaturgo francês, de origem russa, nascido em 1908, em Kislovodsk e falecido em 1970, em Paris. Au...
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Eugène IonescoDramaturgo francês, de origem romena, nascido em 1912 e falecido em 1994, parodiou o absurdo da exis...
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Jean TardieuEscritor francês, nascido em 1903 e falecido em 1995, publicou recolhas de poemas (Le Fleuve caché, ...
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Samuel BeckettRomancista e dramaturgo irlandês, Samuel Barclay Beckett nasceu a 13 de abril de 1906 na cidade de D...
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Ode anacreônticaA ode anacreôntica (ou ode báquica) é um tipo de ode criada pelo grego Anacreonte. Este cantou nesta
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locus amoenusExpressão latina que significa "lugar ameno". Trata-se de um dos tópicos da literatura clássica, usa
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Cantiga de amigoA par da cantiga de amor e da cantiga de escárnio e maldizer, a cantiga de amigo é um dos três grand
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Ode alcaicaOde com estrofe de quatro versos em que os dois primeiros são alcaicos, isto é, formados por quatro
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aforismoO termo aforismo vem do grego aphorismós, para "definição" ou "sentença", e significa preceito moral