BIBLIOGRAFIA NOTA PRÉVIA Este levantamento bibliográfico de obras de, e sobre, Kant em Português é um projecto inserido nas actividades da linha de investigação em Filosofia da Unidade de Investigação em Ciência Tecnologia e Sociedade da ULHT, financiada pela FCT, a realizar no triénio 2002-2005. Este projecto é inédito pela sua duração e alcance, não pela sua natureza. Com efeito, baseamo-nos em dados anteriormente compilados em Portugal por Irene Borges Duarte e no Brasil por Juan A. Bonaccini. Este âmbito inédito do levantamento não exclui limitações que tencionamos diminuir nas actualizações a efectuar em 2004 e 2005, sempre em cooperação com o Prof. Bonaccini, da Universidade Federal de Rio Grande do Norte. Qualquer informação adicional, que acrescente ou corrija aspectos deste trabalho será bem-vinda. O sucesso deste projecto depende, aliás, tanto da sua exposição (on-line na webpage da ULHT e indexado internacionalmente através da revista Princípios, editada no Brasil) como da contribuição de todos os que puderem contribuir para a sua permanente actualização. Neste particular, quero agradecer o auxílio prestado por Alexandre Franco de Sá (Univ. Coimbra) e Leonor Santa Bárbara (UNL). Lisboa, Outubro de 2003 (Última actualização, Setembro de 2004) I. Traduções das obras de Kant em Português A. Recolhas de obras Esta Parte A contém apenas os títulos das colectâneas. As traduções individuais
de obras de Kant contidas nestas edições serão referidas em B e C com referência ao número da ordem em A. 1.
Textos selectos
. Edição bilingue, com introdução de E. Carneiro Leão e tradução de Raimundo Vier e F. de Sousa Fernandes. Petrópolis, Vozes, 1974, 181 páginas. Texto alemão de W. Weischedel. Immanuel Kant. Obra em seis volumes, Darmstadt, Wissenschaftliche Buchgesellschaft, 1956-1964. 2.
Textos seleccionados
. Selecção de M. de Sousa Chauí, tradução de T. M. Bernkopf, Paulo Quintela e R. Torres Filho. São Paulo, Abril Cultural, 1980, 301 páginas. 3.
Textos pré-críticos
. Selecção e introdução de R. Magalhães. Tradução de José Andrade e Alberto Reis. Porto, Rés, 1983, 246 páginas.
1.
Resposta à pergunta: que é o esclarecimento?,
in
Textos selectos
(A 1.), pp. 100-117. Tradução de F. de Sousa Fernandes. 2.
Resposta à pergunta: o que são as luzes?. Prefácio, tradução e notas de J. Esteves Pereira, “Kant e a resposta à pergunta: o que são as luzes”,
Cultura – História e Filosofia
, Lisboa, Universidade Nova, vol. III (1984), pp. 153-168. 3.
Resposta à pergunta: Que é o Iluminismo?.
In
A paz perpétua e outros opúsculos
(A 5.), pp. 11-19. Tradução de A. Morão. 1784, Idee zu einer allgemeinen Geschichte im weltbürgerlicher Absicht. 1.
Ideia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita, tradução de Ana de Freitas,
in
P. Gardiner,
Teorias da História
, Lisboa, Fundação Gulbenkian, 1969, pp. 28-41. 2.
Ideia de uma história universal com um propósito cosmopolita.
In
A paz perpétua e outros opúsculos
(A 5.), pp. 21-37. Tradução de A. Morão. 3.
Idéia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita
. Edição bilingue. Tradução de Rodrigo Naves e Ricardo Terra. Comentários de R. Terra, G. Lebrun e J. A. Giannotti. São Paulo, E. Brasiliense, 1986, 150 páginas. 1785,
Grundlegung zur Metaphysik der Sitten
. 1.
Fundamentação da metafísica dos costumes
. Tradução de Paulo Quintela (a partir da edição de Cassirer de 1922), Coimbra, Atlântida, 1960, 119 páginas. Última edição: Lisboa, Edições 70, 1986. 2.
Fundamentação da metafísica dos costumes
. Tradução, introdução e notas de A. Pinto de Carvalho. São Paulo, Editora Nacional, 1964, 170 páginas. 3.
Fundamentação da metafísica dos costumes
. Tradução de L. Queiroz Henkel. Prefácio de A. Bertagnoli. Rio de Janeiro, Tecnoprint, Edições de Ouro, 1967, 255 páginas. 1786, Was heisst: sich im Denken orientieren? 1. Que significa orientar-se no pensamento?,
in
Textos selectos
(A 1.), pp. 70-99. Tradução de F. de Sousa Fernandes. 2. Que significa orientar-se no pensamento?,
in
A paz perpétua e outros opúsculos
(A 5.), pp. 39-55. Tradução de A. Morão. 1788,
Kritik der praktischen Vernunft
. 1.
Crítica da razão prática
. Tradução e introdução de A. Bertagnoli. São Paulo, Brasil Editora, 3ª. edição , 1959, 251 páginas: Última edição: Rio de Janeiro, Edições de Ouro, 1967, 255 páginas; reimpressão 1970. 2.
Crítica da razão prática
. Tradução de A. Morão. Lisboa, Edições 70, 1984, 195 páginas/Edição bilíngue, tradução e notas de Valério Rohden, São Paulo, Martins Fontes, 2002. 1790,
Kritik der Urteilskraft
.
1. Tradução parcial de R. R. Torres Filho
in
Textos seleccionados
(A 2.) dos seguintes textos: Erste Einleitung: Primeira introdução à crítica do juízo, pp. 163-208; §§ 1-22: Analítica do belo, pp. 209-240; §§ 43-54: Da arte e do gênio, pp. 241-269. 2.
Crítica da faculdade do juízo
. Introdução de A. Marques. Tradução e notas do mesmo e de V. Rohden. Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda/Rio de Janeiro, Forense Universitária, 1992, 475 páginas. 1791,
Über eine Entdeckung nach der alle neue Kritik der reinen Vernunft durch eine ältere entbehrlich gemacht werden soll
.
Da utilidade de uma nova crítica da razão pura
(Resposta a Eberhard). Tradução e notas de M. Pugliese e E. Bini, São Paulo, Hemus, 1975, 117 páginas. 1793,
Über den Gemeinspruch: das mag in der Theorie richtig sein, taugt aber nicht für die Praxis
. Sobre a expressão corrente: isto pode ser correcto na teoria, mas nada vale na prática.
In
A paz perpétua e outros opúsculos
(A 5.), pp. 57-102. Tradução de A. Morão. 1793,
Die Religion innerhalb der Grenzen der blossen Vernunft
. 1. A religião dentro dos limites da simples razão, tradução parcial de T. M. Bernkopf
in
Textos seleccionados
(A 2.), pp. 271-295. 2.
A religião dentro dos limites da simples razão
. Tradução de Artur Morão. Lisboa, Edições 70, 1992, 211 páginas. 1794,
Das Ende aller Dinge
. 1. O fim de todas as coisas.
In
Textos selectos
(A 1.), pp. 154-181. Tradução de F. de Sousa Fernandes. 2. O fim de todas as coisas.
In
A paz perpétua e outros opúsculos
(A 5.), pp. 103-118. Tradução de Artur Morão. 1795, 1. “Declaração acerca da Doutrina-da-Ciência de Fichte”. Trad. Joãosinho Beckenkamp. In:
Dissertatio
, nº 6, p. 133-44. 1795,
Zum ewigen Frieden
. 1.
A paz perpétua
(Ensaio filosófico). Tradução de A. M. C. Porto, Livr. Educação Nacional, 1941, 102 páginas. 2.
A paz perpétua
. Tradução de Galvão Queiroz. Prefácio de Edouard Herriot. Rio de Janeiro, Vecchi, 1944, 117 páginas. 3. A paz perpétua.
In
A paz perpétua e outros opúsculos
(A 5.), pp. 119-171. Tradução de Artur Morão.
4. Tradução parcial (anexo, I): Sobre a discordância entre a moral e a política a propósito da paz perpétua.
In
Textos selectos
(A 1.), pp. 130-135. Tradução de F. de Sousa Fernandes. 1795, Über ein vermeintes Recht aus Menschenliebe zu lügen. 1. Sobre um suposto direito de mentir por amor à humanidade.
In
Textos selectos
(A 1.), pp. 118-126. Tradução de F. de Sousa Fernandes. 2. Sobre um suposto direito de mentir por amor da humanidade.
In
A paz perpétua e outros opúsculos
(A 5.), pp. 173-179. Tradução de Artur Morão. 1798, O Conflito das Faculdades (Der Strei der Fakultäten), trad. Artur Morão, ed70, Lx, 1993, 137pp. 1800, Logik. Tradução parcial (Einleitung, III: Begriff von der Philosophie überhaupt): [Introdução, III] Conceito da filosofia geral,
in
J. Barata-Moura,
Kant e o conceito da filosofia
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Lógica,
Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro, 1992 (Biblioteca tempo Universitário; Saérie Estudos Alemães). 1803,
Über die Pädagogik
.
Sobre a Pedagogia
. Tradução de João Tiago Proença, Lisboa, Alexandria Editores, 2003, 93 páginas. 1804,
Welches sind die wirklichen Fortschritte, die die Metaphysik seit Leibnizens und Wolffs Zeiten gemacht hat
?
Os progressos da metafísica
. Tradução de A. Morão, Lisboa, Edições 70, 1985, 143 páginas. C. Da correspondência de Kant Brief an Marcus Herz (21. Februar 1772). 1. Carta a Marcus Herz (21 de Fevereiro de 1772).
In
Textos pré-críticos
(A 3.), pp. 231-239. Tradução de Alberto Reis. 2. Carta a Marcus Herz. Prólogo, tradução (a partir de Ak X, 129-135) e notas de António Marques,
in
Dissertação de 1770...
(A 4.), pp. 125-152.
Lambert/Kant Briefwechsel
.
Correspondência Lambert/Kant
. Edição de M. J. do Carmo Ferreira (tradução, introdução e notas). Texto base a partir de Ak X e da correspondência do erudito alemão Lambert, Berlim, 1872. Lisboa, Presença, 1988, 111 páginas.
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Crítica da razão prática. 200º. aniversário
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[O] Instituto (Coimbra, P.) Leopoldianum (Santos, B.) Logos (Lisboa, P.) Manuscrito (Campinas, B.) Síntese (Belo Horizonte, B.) Veredas (São Paulo, B.) Vozes (Petrópolis, B.) Abdo, S. Neves, Beleza e contemplação pura - sua ressonância histórica para além da definição de uma esfera estética autônoma, in: Duarte, Rodrigo (Organizador).
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Del motivo último y rector de la Crítica de la Razón Pura
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