Em determinada altura, a minha sobrinha Maria Luísa decidiu que era tempo de corrigir a caligrafia. A eleitora esquerdista da família teve a sorte de viver em Braga onde, em discretas papelarias que sobreviviam em ruas de lajes e empedrado, ainda encontrou uma meia-dúzia daqueles vetustos cadernos “de linha estreita” para treinar e arredondar a sua caligrafia. O resultado foi satisfatório.
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A memória deixou de ser papel, é agora um dispositivo elétrico.
Os eleitores gostam de sacos de gatos e de grupos excursionistas.
Um balsámo para a tentação de cair na petulância.
‘Felicidade’ é uma palavra muito recente.
Uma raridade a que o Tio Alberto atribuia uma importância trágica.
O receio dos palradores acentuou o seu lado céptico.
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