Algumas cenas deprimentes protagonizadas em Paris no espetáculo de abertura da Olimpíada serviram para mostrar ao mundo o nível de atrevimento a que chegou o wokismo. Essa manifestação doentia de relativismo moral, promove a inversão de todos os valores consagrados pela tradição, usos e costumes que forjaram a civilização ocidental, em que o que sempre foi considerado errado passa a ser tratado como certo, o imoral como moral, o injusto como justo, o feio como belo e o demeritório como admirável.
Herbert Marcuse, Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir, Michel Foucault e outros precursores e divulgadores do marxismo cultural na França muito provavelmente exultariam de alegria com algumas daquelas encenações transmitidas ao vivo para todo o planeta. A subjugação do verdadeiro espírito olímpico e da herança helênica que inspiraram o Barão de Coubertin, o criador dos jogos da Era Moderna, a toda a agenda cultural do globalismo marxista.
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