Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2021.
  • 22/01/2021 17:52
Sugeriu agressões

General terá que indenizar em R$ 40 mil desembargador que mandou soltar Lula

    • PorEstadão Conteúdo
      O desembargador federal Rogério Favretto, do TRF-4, causou polêmica ao mandar soltar Lula.
      O desembargador federal Rogério Favretto, do TRF-4, causou polêmica ao mandar soltar Lula.| Foto: Silvio Sirangelo/Gazeta do Povo

      O juiz João Ricardo dos Santos Costa, da 16ª Vara Cível de Porto Alegre, condenou o general Paulo Chagas a indenizar em R$ 40 mil o desembargador do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, Rogerio Favreto, em razão de ofensas dirigidas ao magistrado quando foi concedido habeas corpus ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2018.

      Na decisão, Costa considerou que os comentários postados pelo general 'desbordam do exercício da liberdade de expressão, pois atingem diretamente a honra de Favreto'. O magistrado ressaltou que Paulo Chagas 'promoveu ofensas e convocou seus seguidores para encontrar Favreto, indicando seu nome e o local onde estava' no Twitter. Em seu blog o general 'sugeriu alguns "terapêuticos 'croques'", nos moldes dos tratamentos do "Analista de Bagé", conhecido personagem de Luís Fernando Veríssimo, cujas terapias empreendidas em seus pacientes incluía agressões', apontou o juiz. Na ação de indenização por danos morais, Favreto chegou a alegar que 'devido ao grau de agressividade gerada pelas publicações, necessitou requisitar segurança armada, ante as incontáveis ameaças que passou a sofrer'.

      A decisão mencionada nas postagens de Chagas foi dada por Favreto em julho de 2018, quando o desembargador liminarmente mandou soltar Lula, à época preso na Operação Lava Jato. O despacho foi suspenso pelo relator da ação no TRF-4, desembargador João Pedro Gebran Neto, e depois acabou resultando em um inquérito contra Favreto. A investigação foi arquivada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo, em 2019.

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      • 28/01/2021 19:02
      Pandemia

      Bolsonaro volta a criticar isolamento: “povo é forte e não tem medo do perigo”

      • PorEstadão Conteúdo
      Reformulem essa política e entendam cada vez mais que o isolamento, o lockdown, o confinamento nos leva para a miséria, disse o presidente.
      Reformulem essa política e entendam cada vez mais que o isolamento, o lockdown, o confinamento nos leva para a miséria, disse o presidente. | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

      O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar as medidas de isolamento social como forma de conter a disseminação do novo coronavírus. Durante a inauguração de uma obra, no Nordeste, ele ressaltou que o "povo brasileiro é forte e não tem medo do perigo". Bolsonaro também fez um apelo aos governadores e afirmou que a política de fechar tudo e ficar em casa não deu certo. “Os mais vulneráveis são velhos e com comorbidades, o resto tem que trabalhar”, disse.  "Reformulem essa política e entendam cada vez mais que o isolamento, o lockdown, o confinamento nos leva para a miséria. Eu sempre disse, lá atrás, que a economia anda de mãos dadas com a vida. A vida sem recursos e sem emprego torna-se muito difícil.” Bolsonaro também comemorou dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) desta quinta-feira (28), que apontam a criação de 142 mil vagas de trabalho com carteira assinada em 2020 no País.

      “Os mais vulneráveis são velhos e com comorbidades, o resto tem que trabalhar”, disse.  "Reformulem essa política e entendam cada vez mais que o isolamento, o lockdown, o confinamento nos leva para a miséria. Eu sempre disse, lá atrás, que a economia anda de mãos dadas com a vida. A vida sem recursos e sem emprego torna-se muito difícil.” Bolsonaro também comemorou dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) desta quinta-feira (28), que apontam a criação de 142 mil vagas de trabalho com carteira assinada em 2020 no País.

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