A hora é de Diego Aguirre. Os resultados, a eles agregados bons desempenhos nos últimos jogos, autorizam o treinador do Inter a cantar suas teorias sob silenciosa reverência dos seus críticos. Entre eles, este que vos escreve.
Aguirre lembra as grandes equipes europeias cujos treinadores também promovem revezamentos em suas escalações. Pura verdade, mas é imperioso lembrar que são equipes ricas cujos elencos abrigam dois times e até mais de mesma qualidade. Não é o caso de Inter e qualquer outro time brasileiro ou sul-americano.
Neste momento, as ideias de Diego Aguirre encontram amplo respaldo nos resultados e até, repito, na qualidade das atuações. Não convém, contudo, desconsiderar o tamanho dos rivais. É boa maneira de vacinar-se contra frustrações.
Não canso de repetir o que aprendi com grandes treinadores – Ênio Andrade, Telê Santana, Rubens Minelli, etc – tudo resumido em uma frase pelo grande Ruy Carlos Ostermann: um time se afirma pela repetição. Mas, por enquanto, as glorias e palmas vão todas para Diego Aguirre.
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